Liderança & Desenvolvimento de Talento

 Eu líder positivo

  Uma das áreas mais vibrantes no estudo da liderança ao longo da última década tem sido o movimento da liderança positiva. Enquanto parte integrante dos estudos organizacionais positivos [1], este movimento procura ajudar os líderes a responder à pergunta: como posso ter um impacto positivo sobre mim mesmo, os outros, a minha equipa, e a organização onde trabalho? Este texto insere-se nesse movimento. Tem como objectivo ajudar os líderes a instilarem positividade (realista) nos contextos em que actuam.   

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 Quatro núcleos de competências

 No seio do confuso e abundante mundo da literatura sobre liderança, encontra-se simplicidade numa tipologia de competências: técnicas, sociais/relacionais, conceptuais, e de liderança pessoal. Líderes tecnicamente competentes mas desprovidos de competências sociais/relacionais serão incapazes de gerir devidamente equipas e de se relacionarem frutuosamente com subordinados, pares, superiores e entidades externas à organização. E líderes desprovidos de competências conceptuais/estratégicas dificilmente brilharão em funções de gestão de topo. Competências de liderança pessoal relevam em todos os níveis de liderança. Eis três ilações: (1) as empresas devem ser cautas nos critérios de seleção de líderes; (2) programas de desenvolvimento de liderança são cruciais para promover os quatro tipos de competências; (3) o desenvolvimento começa com a compreensão de si próprio, algo que pode ser prosseguido com ferramentas de feedback 360 graus (como o Compass) ou exercícios de autoconhecimento como “Eu no meu melhor”.  

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 Judo organizacional

 As crises são recheadas de dificuldades, mas também de oportunidades. Contêm as sementes da destruição e da dor, mas também da mudança e da regeneração. Eis o nosso ponto: o importante não é tanto saber se haverá crises ou não – porque elas são inevitáveis – mas antes o que se faz com elas. Consideramos que o papel dos líderes é crucial para enquadrar as crises e iniciar um processo de judo organizacional, usando a força da crise para combater… a crise. Tal processo depende de quatro compromissos de liderança: compaixão, coragem, controlo e compreensão. Estes compromissos não significam que uma crise possa ser ultrapassada com sucesso. Mas aumentam a possibilidade de a organização aprender e de se preparar melhor para as próximas crises.  

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